sábado, 9 de fevereiro de 2019

Um tratado definitivo abrangendo a historia do homem

Por Antonio Siqueira


Uma breve e magnífica história
O autor de Sapiens: História Breve da Humanidade é Yuval Noah Harari, um historiador (doutor em História pela Universidade de Oxford) e professor da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em seu best-seller ficamos conhecendo o processo de evolução da espécie humana pelo planeta. A partir de uma perspectiva interdisciplinar e científica, descobrimos o percurso do homem na Terra.

Aprendemos o que se passou nesse período de 70.000 anos da história humana e somos apresentados as revoluções que o homem promoveu ao longo do tempo (vale sublinhar as três maiores revoluções da espécie: a Revolução Cognitiva, a Revolução Agrícola e a Revolução Científica).

Percebemos, ao longo da leitura, como somos uma espécie ao lado de tantas outras e como a nossa existência individual é provisória e insignificante perante a noção de grupo. Ao contrário da cultura contemporânea - que nos faz crer que somos sujeitos únicos e especiais - Harari abre uma grande angular e nos mostra que fazemos parte de um sistema muito mais amplo: "Há cerca de 13,5 bilhões de anos, a matéria, a energia, o tempo e o espaço surgiram naquilo que é conhecido como o Big Bang. A história dessas características fundamentais do nosso universo é denominada física. 
Por volta de 300 mil anos após seu surgimento, a matéria e a energia começaram a se aglutinar em estruturas complexas, chamadas átomos, que então se combinaram em moléculas. A história dos átomos, das moléculas e de suas interações é denominada química. Há cerca de 3,8 bilhões de anos, em um planeta chamado Terra, certas moléculas se combinaram para formar estruturas particularmente grandes e complexas chamadas organismos. A história dos organismos é denominada biologia."
A obra de Harari não tão somente um livro, é o tratado antropológico definitivo dos últimos
200 anos.

Em Sapiens: História Breve da Humanidade voltamos para o passado e testemunhamos o surgimento da matéria e da energia, o começo da física e da química, o aparecimento de átomos e moléculas - e depois somos remetidos para o futuro (será o homo sapiens substituído por super-humanos?).

Entre esses dois períodos aprendemos os eventos mais importantes para a espécie humana e como ela foi capaz de superar os desafios impostos pelas circunstâncias. Somos pequenos demais, diante do que está sob nossos pés e sobre nossas cabeças.


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Uma breve história do homem que desafiou a ditadura

Por Antonio Siqueira



 Capitão Sérgio Macaco
Há 50 anos, o capitão do Para-Sar, Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, conhecido como "Sergio Macaco", evitou o que seria a maior tragédia terrorista do mundo conhecido. Na ocasião do encontro com o seu comandante, o brigadeiro Burnier, em 1968, Sérgio Macaco já era um militar de sólida carreira: era capitão-paraquedista com aproximadamente 900 saltos, seis mil horas de voo e quatro medalhas por bravura. Na ocasião, Burnier era chefe de gabinete do ministro da Aeronáutica, Márcio de Souza Mello. Um dos expoentes da extrema-direita brasileira, Burnier chefiara a revolta militar de Aragarças, em 1959, contra o governo de Juscelino Kubitschek, além de criar o Centro de Informações e Segurança da Aeronáutica, órgão de ligação da Aeronáutica com o Serviço Nacional de Informações (SNI), responsável pela espionagem e repressão no período militar.

O plano de Burnier para acabar com o comunismo no Brasil previa uma série de atentados a serem executados pelo Para-Sar: bombas explodiriam em alvos específicos, como a loja de departamentos Sears, o Citibank e a embaixada americana. Além disso, 40 personalidades opositoras ao regime seriam sequestradas e lançadas de um avião no meio do oceano. A lista de sequestrados tinha nomes como Carlos Lacerda, JK e dom Helder Câmara. O ato final seria a explosão do Gasômetro do Rio de Janeiro — naquela época responsável pelo fornecimento de gás para a cidade e, hoje, desativado — e da represa de Ribeirão das Lajes, que fornecia parte da energia elétrica para a capital fluminense.

A concretização do plano de Burnier representaria um verdadeiro banho de sangue: apenas a explosão do gasômetro, planejada para ocorrer na hora do rush, mataria em torno de 100 mil pessoas. A culpa seria atribuída aos grupos de esquerda, o que legitimaria uma verdadeira “caça às bruxas”, com o apoio da opinião pública, que seria devidamente preparada para apoiar esse endurecimento do regime. Perguntado por Burnier se concordava com o plano, Sérgio Macaco respondeu:

— Não. Não concordo. E enquanto eu estiver vivo isso não acontecerá. (...). Não me calo e darei conhecimento de tais fatos ao ministro.

A recusa de Sérgio Macaco e do Para-Sar, ajudou a salvar centenas de milhares de pessoas. O ano de 1968 foi cheio de turbulências e aventuras – o que resta agora é saber o que cada um de nós carrega dessa geração, que ao mesmo tempo em que tinha muita vontade de lutar pelos seus ideais e comemorar suas conquistas, viveu sob grande repressão e tortura. Não há dúvidas de que o ano de 1968 continuará para sempre no imaginário o povo brasileiro. 




 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O Diabo é Presidente da República Federativa do Brasil


Por Antonio Siqueira - Do Rio de Janeiro



O MAL



















Tudo começou com a carta que enviou à presidentA, confessando, “sou um vice decorativo”. Mau caráter congênito, disse que a carta era SIGILOSA, entregou a cópia a um jornalista, que fez o que tinha que fazer: publicou. Ele então acusou Dona Dilma de ter violado o sigilo. E junto com o parceiro também corrupto e criminoso, Eduardo Cunha, tramaram e depredaram a realidade, só pararam depois daquele tenebroso domingo de abril e o quase silencioso mas também deprimente processo no Senado.

Dilma e o pt, na ressaca pós Lula, invetaram uma  absurda ingovernabilidade sem o apoio do pmdb e abriram as portas de casa para o demônio entrar...e ele entrou. Entrou e tomou o lugar do dono. O PT pagou caro por ser um partido corrupto e sedento do sangue do povo. E o povo está pagando mais caro ainda por ter eleitores capazes de levar ao Poder Executivo este mesmo pt que trouxe Michel Temer, um dos maiores calhordas entre os políticos mequetrefes de carreira, para a presidência da republiqueta que criaram.

A República tem quase tantos vices que assumiram quanto presidentes que terminaram o mandato. Vargas ficou exatos 15 anos no poder, de outubro de 1930 até outubro de 1945, por causa de uma intuição inspiração: não teve vice. Eleito pela primeira vez em 1950 cometeu o erro de colocar como vice o conspirador Café filho. Saiu da vida para entrar na História.

30 anos depois de 1985, em 2015, Michel Temer reinventou a República, sem tropas e sem povo, sem golpe e sim com muita conspiração, chegou ao poder. Acaba de comemorar os 15 meses iniciados em 12 de maio de 2016. Ele comemora, o povo e o país amargam a amargura desse corrupto, que resiste a tudo.

Esteve perto de ser o primeiro presidente a sair preso do Planalto. Foi salvo de forma espantosamente vergonhosa pelo presidente do TSE, Gilmar Mendes. Que continua a protegê-lo desde que assumiu a presidência desse alto tribunal, a partir de maio de 2016, tormentosa coincidência e imprudência. E continua a assustar se encontrando com Temer varias vezes, quase de madrugada, fora da agenda, como já fez com bandidos como os irmãos Batista, e a futura procuradora-chefe da PGR.

O Diabo é Presidente do Brasil!


quarta-feira, 28 de junho de 2017

A paz na Colômbia

Por Fernando Figueiredo - De Niterói



Será possível a paz entre Guerrilheiros e Governo?























Esta semana, com a entrega de suas armas à ONU, as Farc, a mais antiga guerrilha do ocidente deixará de existir. Esse é um passo decisivo em direção ao acordo de paz assinado, no ano passado, entre os líderes dos guerrilheiros e o governo, em Havana. O presidente, Juan Manuel Santos, que conta com uma popularidade abaixo de 12%, vê uma plateia dividida entre aqueles que apoiam a paz, com os guerrilheiros, e os que a refutam.

Muitos, contrários ao acordo, veem nesse novo cenário, onde o grupo chegaria ao poder pelo voto, como um processo que levaria a "venezuelização" do país. Apesar de a paz com as Farc ser incerta, dois pontos centrais vão se cumprir: o cessar-fogo e a entrega das armas da guerrilha. O que, por si só já representa um grande avanço. Os próximos passos incluem ainda, vale destacar, uma reforma política que, entre outras coisas, transforma o grupo guerrilheiro em partido político.

E o número daqueles que tem uma imagem negativa das Farc é ainda maior, o que era de se esperar, depois de mais de 50 anos do grupo em atividade, levando a mais de 200 mil civis mortos e vários desabrigados, expulsos de suas casas. Por parte do governo, o escândalo dos falso positivos, integrantes do exército matavam civis e apresentavam como guerrilheiros, o ministro da defesa à época era o presidente Santos.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

A tecnologia e a ignorância

A Nova Era da Escravidão do Homem









































Por Antonio Siqueira - Do Rio de Janeiro


O uso indiscriminado da tecnologia e da substituição do cérebro por celulares, tablets e aplicativos é a uma das causas principais para o derretimento do conhecimento. A primeira fuga da realidade começa com “este é um assunto muito chato”. Quando ouço alguém dizer isto, imediatamente replico: “Não é mais fácil dizeres que não sabes nada?”.

Somando-se incapazes mentais, omissos e idiotas, está formado o mar da sociedade.
Venho me preparando para escrever muito e falar muito, nos próximos meses. É o que posso e devo fazer. Afinal, aprender e repassar experiências são missões que assumi e que tento cumprir. Quando experiências e ensinamentos são abandonados ou excluídos, sobra muito pouco. Como ser patriota se não conseguimos demonstrar e mostrar o que isto significa e representa para um país e um povo? Na escola, pouco ou quase nada é ensinado, informado. Na família, menos ainda. Educação, ética, são coisas passantes.

 A maioria, imensa maioria das crianças e adolescentes, teve educação terceirizada. Muitos são contra a “terceirização” nos empregos, mas em relação aos filhos, tudo bem!
Quem não sabe diferenciar estado, governo e governantes não pode ter nacionalismo, patriotismo e receber o título de cidadão. Ou começamos tudo novamente ou, paciência, veremos nossos filhos, netos e bisnetos seguindo o caminho que ai está. E que tem espaço para piorar.

Bem sei que muito de nós faz a sua parte. Mas seria interessante que este espaço da nossa TI pudesse “chover” em muito mais cabeças. Haveria uma chance de novas mentes surgirem, mesmo que por encanto. Façamos a nossa parte, Utilizemos a última energia que nos restou e que isso possa servir para abrir mentes e produzir bons frutos.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O Herói da Corrupção


Por Antonio Siqueira Do Rio de Janeiro



José Mariano Beltrame:
Coadjuvante de uma farsa cretina envolta em
falsidade ideológica e corrupção


























Como todos sabem, o vitorioso esquema de marketing político de Sérgio Cabral era basicamente montado em cima da farsa das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e jamais teria obtido tanto sucesso se não tivesse a cumplicidade direta do secretário de Segurança, delegado federal José Mariano Beltrame. Sem a parceria dele, jamais teria havido o acordo com os traficantes, que retiraram suas tropas das comunidades “pacificadas” sem disparar um só tiro e sem que a Polícia efetuasse uma só prisão.

Movida pelas generosas verbas publicitárias do governo estadual, a mídia deu a maior força à farsa das UPPs e jamais procurou realmente apurar o que existia por trás dessa espantosa pacificação das favelas do Rio, que de uma hora para outra se transformaram em pontos turísticos, vejam a que ponto de insanidade chegamos.

Para conseguir o falso milagre, Cabral e Beltrame se acertaram com os chefões do tráfico, que passou a ser realizado mais discretamente e de preferência pelo sistema “delivery”, através dos motoboys que operam nas comunidades.

É claro que jamais se poderia imaginar que um delegado da Polícia Federal pudesse participar desse tipo de trama criminosa. Achava-se que a política de pacificação tinha realmente dado certo, pois nem mesmo os serviços de inteligência da Polícia Federal e das Forças Armadas foram capazes de detectar a armação ou , ao menos, levantar suspeitas sobre o estranho sucesso da iniciativa.

Aos poucos, porém, o castelo começou a desmoronar, e em 22 de março de 2012 a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), fez uma representação à Comissão de Ética do governo Cabral, pedindo a exoneração de Beltrame por improbidade administrativa. A Adepol anexou provas de que Beltrame fora nomeado delegado federal irregularmente, no concurso público promovido em 1993, porque o prazo de validade já estava vencido. Além disso, Beltrame tinha sido classificado apenas em 896° lugar para um concurso cujo edital previa o preenchimento de apenas 200 vagas, e perdera todas as suas ações individuais, que já se encontram transitadas em julgado, inclusive no Supremo.

A denúncia da Adepol era procedente, mas não aconteceu nada. Pelo contrário, Beltrame continuou a ser cada vez mais idolatrado pelo falso sucesso das UPPs. Se tivesse se candidatado a deputado ou senador, seria eleito facilmente, mas tudo ia bem e preferiu esperar para sair candidato ao governo estadual.

Logo em seguida, veio à tona que Beltrame estava acumulando as elevadas remunerações de delegado sênior da Polícia Federal e secretário de Segurança. Embolsava mensalmente mais de R$ 60 mil reais, muito acima do teto do Supremo. Mas também não aconteceu nada. Afinal, tratava-se do Beltrame, que passara a ser tratado como um semideus pela mídia.

Embriagado pelo sucesso, Beltrame entrou de cabeça na corrupção e assinou contratos com o grupo Júlio Simões, passando a pagar R$ 3,3 mil mensais pela manutenção de cada carro da PM. O Ministério Público investigou a negociata e o juiz da 7ª Vara de Fazenda Pública, Marcelo Evaristo da Silva, transformou o ex-secretário em réu numa ação de improbidade que pede a devolução de quase 135 milhões de reais aos cofres públicos, acrescida de correção monetária.

Também aparecem como réus o governo estadual e duas empresas de Júlio Simões: a CS Brasil Transporte de Passageiros e Serviços e a JSL S.A, esta última acusada de fraude em licitações para a aquisição de viaturas da PM também na Bahia, que em 2009 resultou na Operação Nêmesis da Polícia Federal, com prisão de três coronéis, entre eles o ex-comandante geral da PM baiana. Ou seja, Beltrame operava em boa companhia, digamos assim.

Detalhe importante: no Tribunal de Justiça do Rio tramitam outras duas ações distintas, relacionadas a seis diferentes contratos feitos por órgãos do governo Cabral com o grupo Júlio Simões. Todos de compra e revisão de viaturas, que somados chegam a 1,2 bilhão de reais. Uma verdadeira festa da corrupção.

No convívio com a famosa turma do guardanapo, Beltrame também passou a viver como novo rico e até mandava os dois filhos “al mare” no luxuoso iate de Cabral. Na certeza da impunidade, passou a morar no Edificio Courchevel, na Rua Redentor, 230, em Ipanema, um luxuoso apartamento do empresário Fernando Magalhães Pinto, principal operador da lavagem de dinheiro de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Fernando Magalhães Pinto é réu no mesmo processo criminal de Cabral, pediu para fazer delação premiada e prestou uma série de reveladores depoimentos. Acaba de ser libertado, porque seu acordo foi homologado. Entregou tudo que sabe sobre o casal da corrupção no Rio de Janeiro e não esqueceu de abordar seu íntimo relacionamento com José Mariano Beltrame, que ficou como 896º colocado no concurso para delegado da Polícia Federal, mas conseguiu o milagre de ser nomeado, e 20 anos depois conseguiria outro milagre na fraude da pacificação das favelas do Rio.


Fonte: Artigos recentes do jornalista, Fernando Gabeira e do Professor Roberto Lamas

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Sem Saída



Angela Merkel está diante de um problema insolúvel, terrorismo islâmico na Europa está apenas começando, e não há como evitar




Desolação


















Vamos falar a sério sobre o mais recente atentado terrorista na Europa. A iniciativa comprova que os jihadistas mudaram de estratégia e agora a guerra santa contra os infiéis se desenvolve com outras armas, e o caminhão de entregas passou a ser a principal delas. Na manhã desta quarta-feira, antes que a imprensa brasileira noticiasse, o comentarista Ednei Freitas nos informou que o principal suspeito da chacina em Berlim fora identificado como o tunisiano Anis Amri, de 24 anos, e que uma recompensa de até 100 mil euros seria oferecida a quem fornecer informações sobre seu paradeiro.

É bem provável que ele seja capturado, junto com seus principais cúmplices, mas isso de nada adiantará. A Europa inteira está invadida por terroristas ligados a grupos radicais como o Estado Islâmico, que assumiu a autoria do atentado. Daqui para frente, qualquer aglomeração ou comemoração na Europa é um risco, porque os jihadistas agem de diversas maneiras, não é possível evitar novos ataques.

O fato concreto é que os países europeus enfrentam graves problemas sociais, porque suas populações pararam de crescer e começaram a diminuir. O índice de reposição populacional necessita que, na média, cada mulher tenha 2,1 filhos, mas a maioria dos casais europeus têm apenas um filho.

Os governos tentaram aumentar a taxa de natalidade, mas não deu certo, porque os incentivos oferecidos às mulheres foram insuficientes. A solução encontrada – atrair imigrantes para trabalhos subalternos – foi um erro colossal e causou o gravíssimo problema que os europeus defrontam hoje. A chanceler alemão Angela Merkel não sabe o que fazer, simplesmente porque não há solução.

Os muçulmanos se espalharam pela Europa, com os jihadistas infiltrados entre eles. E a grande diferença é que as famílias imigrantes se multiplicam descontroladamente, porque os casais islamitas não adotam práticas anticoncepcionais. Em algumas décadas, serão maioria na França e elegerão o presidente.

 É ingenuidade acreditar que os alemães de repente se tornaram caridosos para acolher os pobres estrangeiros como irmãos. Desde que a imigração começou, há 50 anos, os trabalhadores imigrantes sempre foram discriminados. Eram conhecidos como “cabeças pretas”, porque a maioria (portugueses e turcos) tinha cabelos escuros.

Foi assim que a Alemanha Ocidental, antes da fusão, começou a ser habitada por dois povos – a elite germânica e os serviçais imigrantes. É muito diferente do que acontece no Brasil, onde a miscigenação é descontrolada e muçulmanos até se casam com judeus. Na Europa isso não existe. Seus povos estão divididos. Os europeus apenas toleram os imigrantes, que vivem em guetos. É claro que isso jamais iria dar certo.

GUERRA NÃO DECLARADA – O fato consumado é que o mundo já está vivendo uma espécie de Terceira Grande Guerra, com os jihadistas lutando contra as nações que tanto os exploraram – os Estados Unidos e os principais países da Europa.

Por estarem mais próximos e já infestados de radicais islâmicos, os europeus se tornaram alvos preferenciais dessa guerra não declarada, que está apenas começando. Basta lembrar as palavras do terrorista turco que matou o embaixador russo. Ele foi bastante claro. Seu recado não deixa dúvidas. E assim caminha a humanidade.